Por: José Mendes Pereira
Para Deus, valemos muito, e muito, mas para nós, nada valemos.
Vivemos ambiciosamente em prol das coisas materiais. Somos uns verdadeiros acumuladores de riquezas, e não nos lembramos dos que vivem miseravelmente, mendigando pelo menos um resto de comida.

Fonte: especial.com
Nada levamos em nossa viagem, viagem que apenas imaginamos para onde, mas não temos certeza se esta ida tem uma parada, alguma coisa que nos fará parar, um lugar para ficarmos, se é que é eternamente.
O fim de cada um de nós é semelhante ao fim de todos nós. Vivemos mastigando a vida, vivemos em pé, vivemos caminhando, mas um dia, cada um de nós deitará em qualquer lugar para morrer, e é nessa deitada que não se levantará nunca mais; irá para um quadrado que nenhum de nós deseja ser proprietário ou tê-lo como bem material. É uma das propriedades que jamais será invadida por quem quer que seja. Ninguém se arrisca em dizer: “Este é meu e ninguém toma!”
O fim de cada um de nós é semelhante ao fim de todos nós. Vivemos mastigando a vida, vivemos em pé, vivemos caminhando, mas um dia, cada um de nós deitará em qualquer lugar para morrer, e é nessa deitada que não se levantará nunca mais; irá para um quadrado que nenhum de nós deseja ser proprietário ou tê-lo como bem material. É uma das propriedades que jamais será invadida por quem quer que seja. Ninguém se arrisca em dizer: “Este é meu e ninguém toma!”
Fonte: cidaderiodejaneiro.olx.com.br
Vivemos em prol do luxo, enfiados em lindas vestes, carros dos mais lindos modelos, mas ninguém os leva para lugar nenhum. Divertimo-nos com tudo e com todos, mas na viagem, apenas o seu velho e cansado espírito caminha sozinho pelas trilhas do universo.

Fonte: ferreo.blogspot.com
Casarões, aviões, navios, tudo quanto o pertencia, ficou para dar continuidade a outros que também almejam desfrutar do que o mundo oferece.
E o seu velho corpo e bem moldado pela natureza onde ficou? Naquela cova, que lá dentro será consumido pelo um batalhão de bactérias, cada uma delas mais faminta do que a outra. Um corre, corre entre as carnes, tem que ser logo, o mais rápido possível, que mais e mais chegarão famintas.
As bactérias nascem, crescem e vivem debaixo do chão, a espera de quem morreu ou está para morrer. Cada um que chega lá, elas fazem uma grande festa, um banquete, e não saberão quando será realizada uma nova festa.
O homem é ambicioso mesmo, acumula bens, e por eles, é capaz de matar, de roubar, de odiar, de amar, mas nada levará em sua partida, e todos nós um dia teremos que pegarmos esta estrada, aliás, a estrada de cada um poderá ser diferente, mas o caminho será sempre o mesmo.
Bom que cada um de nós, olhe com amor ao seu próximo.
E o seu velho corpo e bem moldado pela natureza onde ficou? Naquela cova, que lá dentro será consumido pelo um batalhão de bactérias, cada uma delas mais faminta do que a outra. Um corre, corre entre as carnes, tem que ser logo, o mais rápido possível, que mais e mais chegarão famintas.
As bactérias nascem, crescem e vivem debaixo do chão, a espera de quem morreu ou está para morrer. Cada um que chega lá, elas fazem uma grande festa, um banquete, e não saberão quando será realizada uma nova festa.
O homem é ambicioso mesmo, acumula bens, e por eles, é capaz de matar, de roubar, de odiar, de amar, mas nada levará em sua partida, e todos nós um dia teremos que pegarmos esta estrada, aliás, a estrada de cada um poderá ser diferente, mas o caminho será sempre o mesmo.
Bom que cada um de nós, olhe com amor ao seu próximo.
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